Nossa históriaPor que “Meret”
Móveis que ficaram.
Em 1906, arqueólogos italianos abriram um túmulo intacto no Egito. Era do arquiteto Kha e de sua esposa, Meret. Lá dentro estavam camas, banquinhos, mesas e baús de madeira, guardados havia cerca de 3.400 anos e em perfeito estado.
Linha do tempo
- c. 1400 a.C.
Kha é arquiteto-chefe das obras reais no Egito. Meret é sua esposa. O nome dela quer dizer “amada”.
- 1906
O túmulo do casal, conhecido como TT8, é encontrado intacto em Deir el-Medina por arqueólogos italianos.
- Hoje
Camas, mesas, banquinhos e baús de madeira do casal estão expostos no Museu Egípcio de Turim, na Itália.
- 2026
Nasce a Meret Marcenaria, em Jundiaí, com a mesma ideia: fazer móveis que fiquem.
O encaixe
Esses móveis duraram porque foram bem-feitos.
Madeira bem escolhida, encaixes precisos, acabamento cuidadoso. Os marceneiros egípcios já usavam a marchetaria, a cauda de andorinha e o encaixe de espiga e furo: a espiga entra no furo e trava a peça sem depender só de prego ou cola.
O nosso símbolo é esse encaixe: um tampo, dois pés e, no centro, a espiga. É o que buscamos em cada peça, do menor nicho ao maior móvel. Fazer algo que fique.
O que guia cada peça
Calma, precisão e palavra cumprida.
- Medida exata
- A peça é desenhada para o seu espaço, e não o contrário.
- O detalhe à vista
- Mostramos o encaixe, a borda, a gaveta que fecha suave. É ali que se vê o trabalho.
- Material pelo uso
- Resistente à umidade onde há vapor; madeira maciça quando a peça pede.
- Prazo e valor por escrito
- O que está no orçamento é o que acontece. Sem promessa que não dá para cumprir.
“Em egípcio antigo, Meret quer dizer ‘amada’. É o que desejamos para cada móvel que entregamos.”
Meret Marcenaria, Jundiaí